Economia deve ser afetada com crise no Irã

(Foto: Rebeca Mello / Colaborador/Getty Images)

A situação é de estrema cautela para o Brasil que um exporta produtos do agronegócio para o Irã e outros países do Oriente Médio

O conflito entre o Irã e os Estados Unidos ocuparam mais uma vez os destaques dos noticiários desta quarta-feira (8). O dia já começou avaliando os impactos dos ataques iranianos a bases dos EUA no Iraque sobre os mercados internacionais.

Os efeitos desse conflito também têm refletido na economia e reacende a preocupação sobre o impacto no preço internacional do petróleo –e por conseguinte, dos combustíveis. Como o petróleo que apontou alta de 4,4% no chamado after market (após o fechamento dos mercados). Na Ásia, as Bolsas abriram em forte queda, mas foi sendo atenuada depois que o presidente Donald Trump demonstrou cautela sobre a situação.

Conforme matéria do site BR Político, a jornalista Mirian Leitão, colunista no Globo, apontou algumas das dificuldades para estabilizar ou minimizar os efeitos do conflito sobre a precificação dos combustíveis já que os Estados descartaram a possibilidade de abrir mão dos recursos de ICMS sobre combustíveis e assim criar uma espécie de fundo de compensação para as oscilações internacionais dos preços. Segundo Miriam, o assunto ganha mais importância, após o novo capítulo do conflito.

No Brasil, a situação é de estrema cautela, já que o país é um exporta produtos do agronegócio para o Irã e outros países do Oriente Médio. Para discutir os efeitos desse conflito, o segundo o site BR Político já foi criado um plano de interesse que deve analisar esses impactos.

*Com informações do portal BR Político.

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