The Kings – Live Experience

Queen Experience In Concert”, “Abba Experience In Concert” e “Tributo ao Rei do Pop – Michael Jackson, com Rodrigo Teaser” serão apresentados no mesmo palco, no espetáculo “The Kings – Live Experience”. O show ao vivo e inédito, com orquestra, ballet e mais de 60 participantes acontecerá às 21h desta quinta, 5/12, no Centro de Convenções da PUC – Campus II (Jardim Marilisa).  No repertório, um set list com duas horas dos clássicos do rei do Rock, da era Disco e do Pop, em duetos nunca vistos entre seus integrantes. A direção musical é do maestro Eduardo Pereira, a direção geral do renomado diretor Bruno Rizzo e a organização local do evento é do empresário Alexandre Bisinotto.

Os ingressos estão à venda no site https://entretickets.com.br/evento/90/The_Kings_Live ou no República da Saúde e variam de R$ 60 (valores de meia entrada por lei, na ação de “black Friday”, e também para Associados Sicoob e funcionários da PUC-GO) até R$ 200 (mediante localização das poltronas numeradas). Os convidados contarão com um happy hour (terceirizado) no local do evento que começará após as 18h.

Celebrando 25 a anos de Triagem Jeans

As empresárias Kênia Simão, Elita Simão e Cintia Simão à frente da Triagem Jeans estão se preparando para celebrar os 25 anos de sucesso da marca. Elas irão reinaugurar a loja de Campinas que passa por uma reforma e prometem muitas surpresas.
Elita Simão, Cíntia Simão Ferro e Kênia Simão | Foto: Divulgação
50 anos de histórias para contar
Construir sonhos não acontece da noite para o dia. Há 50 anos um casal idealizou produzir não apenas moda feminina, mas vestuário que significasse muito além do conforto e modernidade, mas, que acima de tudo, refletisse a liberdade e beleza natural feminina. Objetivo duplamente desafiador no momento histórico da época.

Trabalhando intensamente, rompendo barreiras e investindo muito, esse sonho foi se consolidando e hoje, a Triagem representa todo empoderamento feminino, que vem de dentro para fora. A empresa é 100% administrada por mulheres e entrega liberdade, leveza e tendências em forma de peças para suas clientes, porque só mulheres poderiam entender e traduzir tão bem a alma feminina no mundo pós-moderno.

Novidade exclusiva

A Maison Alexandrine, marca sediada em São Paulo e que acabou de lançar sua coleção de verão 2020 no Brazil Fashion Forum, em Miami, chega a Goiânia com uma pop-up store exclusiva, no Shopping Bougainville, dia 5 de dezembro, próxima quinta-feira.

Alexandra Fructuoso | Foto: Divulgação

Fundada em 2015 pela diretora criativa Alexandra Fructuoso, a Maison Alexandrine tem uma linha de produtos “Prêt-à-porter” e “Haute Couture” – sob medida, e tem como missão realizar sonhos e empoderar mulheres por meio da moda, desenvolvendo roupas de festa e vestidos de noiva. Nas araras da nova pop-up, que ficará aberta durante o mês de dezembro no Piso 2 do Shopping Bougainville, já estarão as criações ‘Prêt-à-porter’ da coleção Mandalas – Verão 2020.

Transfer Flamboyant

O serviço de Transfer do Flamboyant Shopping é uma inovação que agregou mais facilidade ao dia a dia dos clientes, especialmente para profissionais e executivos que trabalham em grandes empreendimentos comerciais na região do Jardim Goiás. Contabilizando inúmeros resultados positivos, o shopping anuncia uma nova temporada para quem já utiliza o serviço, no período de 2 de dezembro a 31 de janeiro. Disponível em seis empreendimentos, sempre de segunda a sexta, em dois turnos, das 11h às 15h e das 17h às 20h, o Transfer Flamboyant também segue isento de cobrança. Os seis pontos de embarque seguem disponíveis nos empreendimentos Brookfield Towers, JK New Concept Business, Metropolitan Business, New Business Style, Trend Office e QS Tower Office. Nas dependências do shopping, o embarque e desembarque são feitos no Vallet descoberto, localizado no Garden Flamboyant.

Alta do dólar

O empresário do ramo farmacêutico, Valter Luis Macedo de Carvalhaes Pinheiro lamenta a alta do dólar. Para ele, o clima é de apreensão. “Na indústria farmacêutica tem 95% de seus insumos importados. As empresas estavam projetando que o dólar estaria na casa dos R$ 3,70 no fim do ano e isso não aconteceu”, afirma.

Para elas

O CEO da República da Moda, Peterson Demes recebe a presidente da International Business Machines Corporation Brasil (IBM) América Latina, Ana Paula Assis, para um circuito de palestras que se inicia na manhã dessa segunda-feira 2. O projeto Café com Inovação tem foco na fomentação do empreendedorismo e inovação femininos e tem apoio do  Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) Goiás. As integrantes dos programas e projetos do “Passaporte Mulher de Negócios” e do grupo “Mulheres Empreendedoras”, ambos do Sebrae, já confirmaram presença. As insrições são gratuitas no portal https://lojavirtual.sebraego.com.br/loja/evento/1744045.

Caos tributário

Alta carga tributária e complexidade do sistema de arrecadação também impedem desenvolvimento no País

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) levantados juntamente com a Associação Comercial de São Paulo (ACSP/Impostômetro) revelam que cerca de 95% das empresas pagam impostos indevidamente, de um universo de 6,9 milhões de empresas no País. Isso porque a legislação tributária brasileira é considerada uma das mais complexas do mundo.

“Conhecer os impostos que paga é um direito de todo cidadão. Por desconhecer a legislação tributária vigente, muitos empreendedores acabam pagando impostos de forma errada, ou até não pagando”, afirma o advogado e consultor jurídico tributário, Fabrízio Caldeira Landim.

O especialista cita que o Brasil está em segundo lugar no ranking como um dos lugares que possuem a maior complexidade para cumprir com obrigações contábeis e fiscais, ou seja, manter as contas das empresas em dia.

Segundo a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN), o estoque da Dívida Ativa da União (DAU) cresceu 84% entre 2013, antes dos primeiros sinais de recessão, e agosto deste ano. A inscrição em dívida ativa ocorre depois que débitos são contestados na esfera administrativa, junto ao órgão responsável pela cobrança, como a Receita. Para 96% dos empresários brasileiros, a alta carga tributária e a complexidade do sistema de arrecadação são as principais barreiras para o desenvolvimento do País. Outra queixa recorrente é tributação sobre a fabricação e venda de produtos ou serviços, apontada por 53% da amostra. Os dados são de uma pesquisa feita pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Fabrízio Caldeira | Foto: Divulgação

De acordo com Fabrizio, apenas o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) já é alvo de muita confusão, junto com o Programas de Integração Social (PIS) e a Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (COFINS). “Afinal, é muito difícil acompanhar a legislação tributária de todos os estados brasileiros. Assuntos como substituição tributária, isenção tributária e benefícios fiscais acabam por prejudicar cada vez mais a operação do pequeno empresário brasileiro”, esclarece. O consultor jurídico tributário adverte que a falta de ajuda especializada e pessoal desqualificado são apenas alguns dos motivos que essas empresas têm para não trazer dinheiro efetivamente para o seu caixa.

No entanto, é possível buscar reembolso de impostos pagos indevidamente. E o primeiro passo, aconselhado pelo especialista, é o contribuinte procurar fontes, informações, orientações e ou lugares onde tenha acesso a essas informações. “Normalmente, indico as entidades de classe, como associações comerciais. Alguma instituição que certamente está discutindo uma questão tributária, o que vai permitir com que o contribuinte possa discutir com segurança a possibilidade de ter devolvido esse imposto pago indevidamente. Já uma outra opção é procurar um especialista que atue especificamente em matéria tributária”, indica.

Fabrízio afirma que atualmente existem várias discussões no judiciário envolvendo matéria tributária. “O Supremo Tribunal Federal declarou constitucional alguns tipos de cobranças de tributos, como por exemplo a cobrança do ICMS na base de cálculo do PIS/COFINS, o pagamento maior no regime de substituição tributária no que tange o ICMS, e o Supremo está para discutir outras questões, juntamente com o STJ”, revela.

Buscar uma equipe técnica formada por advogados, contadores e economistas é uma terceira indicação. “Tudo isso visando entender o negócio do contribuinte, estudar as operações que ele pratica e analisar se ele está pagando tributo a maior. Pode ser que um determinado tipo de empresa, que comercializa um leque enorme de mercadorias pode estar oferecendo indevidamente à tributação determinada mercadoria. Então, um exemplo, existem mercadorias que tem tributação concentrada na fábrica de PIS/COFINS, quer dizer que nas operações subsequentes esse tributo não é mais devido. Ou seja, há muitos empresários e empresas que ainda, por desconhecimento, por problemas da própria contabilidade, vão informando e declarando isso como devido e vão pagando duplamente o tributo”, exemplifica.

Outra situação são empresas que estão no Simples e cujas mercadorias estão até pagas por substituição e os contribuintes estão oferecendo a tributação do Simples, por exemplo. “Imposto de renda tem alguns tipos de subvenções, como benefícios fiscais, isenções, reduções de base de cálculo, benefício de crédito presumido ou crédito outorgado, que o STJ entendeu que esses benefícios não podem ser oferecidos à tributação, no regime de apuração de imposto de renda e contribuição social sobre o lucro, e essas empresas estão oferecendo a tributação”, enumera.

“Percebe que esses erros têm ocorrido por desconhecimento do que já tem sido orientação do judiciário do nosso País?”, questiona. E uma das formas mais seguras do contribuinte reaver esse indébito pode ser junto às entidades de classe. “Que poderá assegurar em um curto espaço de tempo o direito de reaver indébitos tributários e outros, que ainda não são do conhecimento do público, ou ainda, sequer formou jurisprudência a esse respeito, e o advogado poderá orientar se é possível discutir a matéria ou o tributo de acordo com determinada forma de abordagem”, orienta.

 

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