“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” estreia nos cinemas brasileiros com força total

Mackenzie Davis e Linda Hamilton em cena de 'O Exterminador do Futuro Destino Sombrio'. (Foto: Reprodução)

Lançado em 1984, “O Exterminador do Futuro” ajudou a lançar um dos cineastas mais bem sucedidos do cinema, James Cameron, e alavancou de vez a carreira de Arnold Schwarzenegger como astro de filmes de ação. Sete anos depois e com ambos já reconhecidos, “O Exterminador do Futuro: O Julgamento Final” fez um barulho ainda maior nas bilheterias mundiais, agradando público e crítica. Graças aos seus efeitos visuais inovadores, ele se tornou um marco cinematográfico.

Já os três filmes seguintes – “A Rebelião das Máquinas” (2003), “A Salvação” (2009) e “Gênesis” (2015) – mantiveram Schwarzenegger no papel do ciborgue implacável, porém, acabou passando longe do sucesso dos anteriores com suas tramas fracas. Com o objetivo de restaurar a fé na franquia, “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” chega agora alardeando os retornos de Cameron como produtor e Linda Hamilton, sumida a um tempo da telona, como Sarah Connor.

Ignorando os longas dos anos 2000, o novo capítulo tem como ponto de partida o final do segundo, de 1991. De acordo com a sinopse, um novo e modificado Exterminador de metal líquido (Gabriel Luna) é enviado do futuro pela Skynet para exterminar Dani Ramos (Natalia Reyes) e uma híbrida de ciborgue com humana (Mackenzie Davis). Em uma luta pela humanidade, Connor vai a seu auxílio, assim como o T-800. Para a direção foi escolhido Tim Miller, de “Deadpool” (2016).

Cena da animação ‘A Família Addams’. (Foto: Reprodução)

Um dos clãs mais bizarros e queridos da cultura pop está de volta, mas desta vez em forma de animação. “A Família Addams” foi criada pelo cartunista Charles Addams no ano de 1932. Mortícia, Gomez, Wandinha, Feioso, Tio Chico, Primo Coisa, Vovó Addams e os demais personagens foram inicialmente tiras em quadrinhos na revista The New Yorker. Logo conquistaram o grande público e ao longo dos anos foram ganhando outros meios como filmes, séries, livros, games e musical.

Na nova história, a vida deles vira de cabeça pra baixo quando percebem que a cidade perto da mansão onde moram está de cheio de novos moradores que pregam antigos valores familiares. Apesar de ser disponibilizada apenas a versão dublada, vale ressaltar o estrelado elenco de vozes original que inclui Charlize Theron, Oscar Isaac, Chloë Grace Moretz, Bette Midler, Snoop Dogg e Allison Janney. A direção é da dupla Greg Tiernan e Conrad Vernon. Já pode estalar os dedos!

“Maria do Caritó” traz Lilia Cabral no papel principal. Às vésperas de completar 50 anos e cansada da vida solitária, Maria sonha em encontrar um amor verdadeiro. No entanto, prometida pelo pai para ser entregue virgem a São Djalminha, um santo que ninguém nunca ouviu falar, somente um milagre pode lhe ajudar. Quando tudo parecia perdido, suas esperanças ressurgem com a chegada de um circo itinerante, já que a cartomante lhe disse que seu pretendente seria um homem de fora.

“No teatro foi um espetáculo comovente, circense, alegre. O cinema traduz muito mais a poesia do Newton Moreno [autor da peça e da adaptação para o cinema]. Aquela melancolia, o lado patético do personagem, o lado esperançoso. Ela ficou muito contundente”, disse Lilia em entrevista. Com direção de João Paulo Jabur, a comédia ainda conta com Juliana Carneiro da Cunha, Leopoldo Pacheco, Kelzy Ecard e Gustavo Vaz no elenco. Mais uma mulher marcante do nosso cinema.

Keira Knightley em cena de ‘Segredos Oficiais’. (Foto: Reprodução)

Baseado em fatos, “Segredos Oficiais” se passa em 2003. Na época, políticos dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha se preparavam para invadir o Iraque. Katharine Gun, interpretada por Keira Knightley, é uma das tradutoras da sede de comunicação do governo britânico. Após vazar um documento confidencial sobre a espionagem de membros do Conselho de Segurança das Nações Unidas a fim de obrigá-los a apoiar a guerra, ela vê sua vida, liberdade e casamento ameaçados.

Ao lado de seus advogados, Katharine fará de tudo para justificar suas atitudes. Matt Smith, Matthew Goode e Ralph Fiennes também estão no elenco. A direção é do sul-africano Gavin Hood, de “Infância Roubada” (2005), que também co-assina o roteiro, a partir do livro “The Spy Who Tried to Stop a War: Katharine Gun and the Secret Plot to Sanction the Iraq Invasion”. “Segredos Oficiais” fez sua estreia mundial no Festival de Sundance deste ano e deixou uma boa impressão por lá.

Cena de ‘Papicha’. (Foto: Reprodução)

Exibido na mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes deste ano e representante da Argélia na disputa por uma das cinco vagas ao Oscar 2020 de melhor Filme Internacional, “Papicha” se passa nos anos 1990 e acompanha Nedjma (Lyna Khoudri). Estudante e apaixonada por design de moda, ela se recusa a deixar que os trágicos acontecimentos da Guerra Civil de seu país a impeçam de experimentar uma vida normal e sair à noite com sua amiga Wassila (Shirine Boutella).

À medida que o clima social se torna mais conservador, Nedjma rejeita as novas proibições impostas pelos radicais e decide lutar por sua liberdade e independência. Mounia Meddour faz sua estreia na direção de longa de ficção com uma obra contundente. “Eu queria contar a história dessa jovem que através de sua resistência nos leva a uma jornada cheia de armadilhas, que mostra as múltiplas facetas da sociedade argelina, com amizade, amor e lutas”, revelou a cineasta.

Marco Nanini em cena de ‘Greta’. (Foto: Reprodução)

Vencedor dos prêmios de melhor Filme, Direção e Ator do 29º Cine Ceará e selecionado para o Festival de Berlim deste ano na mostra paralela Panorama, “Greta” é protagonizado por Marco Nanini. Na trama, ele interpretada Pedro, um enfermeiro de 70 anos que trabalha num hospital público de Fortaleza. Sua melhor amiga, a artista transexual Daniela (Denise Weinberg), enfrenta um grave problema de saúde e precisa ser internada.

Diante da falta de leito, Pedro sequestra um paciente recém-chegado, Jean (Démick Lopes), e o leva para sua casa. À priori, o enfermeiro fica com receio do paciente devido ao seu passado nebuloso. No entanto, uma relação começa a surgir entre eles. Inspirado na peça de teatro “Greta Garbo, Quem Diria, Acabou no Irajá”, escrita por Fernando Melo e lançada nos anos 1970, o filme conta com o roteiro e a direção de Armando Praça.

Os fãs de terror têm motivos de sobra para comemorar o Halloween. Em sua terceira edição, o Morce-Go Vermelho – Goiás Horror Film Festival começa hoje (31) no Multicine Cinemas do shopping Cidade Jardim. Mais de 60 filmes serão exibidos, divididos em cinco mostras competitivas de curtas e uma de longa-metragem nacional e internacional. Há uma dedicada apenas aos goianos. O evento que vai até domingo (03) ainda terá encontros, debates e oficinas.

Assim como “Greta”, em circuito limitado é lançado o documentário “Carta Para Além dos Muros”, de André Canto. Dentre as produções que continuam em cartaz em Goiânia estão: “Coringa”, “Bacurau”, “Zumbilândia – Atire Duas Vezes”, “Malévola: Dona do Mal”, “Ela Disse, Ele Disse”, “Vai Que Cola 2” e “Divaldo”. Antes de sair de casa, confira a programação das salas, a classificação indicativa, os horários das sessões e as datas de exibição. Divirta-se!

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