Angelina Jolie tenta enfeitiçar os cinemas mais uma vez como Malévola

Elle Fanning, Angelina Jolie e Sam Riley em cena de 'Malévola Dona do Mal'. (Foto: Reprodução)

Com uma personagem que lhe veste como uma luva, Angelina Jolie retorna aos cinemas como Malévola em “Dona do Mal”, a maior estreia da semana nos cinemas brasileiros e em grande parte do mundo. Pra quem achou que ela tinha ficado boazinha ao final do primeiro filme, enorme sucesso de 2014, os trailers divulgados da sequência indicam o contrário. A trama se passa cinco anos após Aurora (Elle Fanning) despertar do sono profundo. Agora rainha dos Moors, ela é pedida em casamento pelo príncipe Phillip (Harris Dickinson, substituindo Brenton Thwaites). Apesar dos protestos de Malévola, a bela jovem aceita o pedido.

As duas partem em direção ao reino de Ulstead com o objetivo de conhecer os futuros sogros, John (Robert Lindsay) e Ingrith (Michelle Pfeiffer). Porém, o que era pra ser um encontro amigável, se torna um grande conflito entre duas mulheres poderosas. Sam Riley continua a viver Diaval e Imelda Staunton, Juno Temple e Lesley Manville, as Fadas Madrinhas. Além de Pfeiffer, se unem ao elenco, Chiwetel Ejiofor e Ed Skrein. Linda Woolverton assina novamente o roteiro, tendo agora a companhia de outros dois autores. Já Robert Stromberg passa a direção para Joachim Rønning, de “Piratas do Caribe – A Vingança de Salazar” (2017).

“Para mim, você pode ter todo o espetáculo do mundo, ter todos os recursos, especialmente fazendo filmes com a Disney. Mas, no fim do dia, é sobre os personagens e sobre o núcleo emocional da história. Foi isso que me tocou no primeiro filme e o que, em minha opinião, surpreendeu o público ao redor do mundo. Então essa era uma história que eu queria continuar contando. Mas, é claro, você também precisa levá-la a um próximo nível”, disse o diretor em entrevista a um site. Mais do que entreter o público, “Malévola: Dona do Mal” pretende passar uma mensagem de tolerância, aceitação e gentileza de uns para com os outros.

Cena de ‘Rainha de Copas’. (Foto: Reprodução)

Drama dinamarquês, “Rainha de Copas” tem gerado comentários por onde passa, incluindo festivais. A história segue Anne (Trine Dyrholm), uma brilhante e dedicada advogada especializada em crianças e jovens. Ela vive numa bela casa com o marido Peter (Magnus Krepper) e as filhas gêmeas. Sua vida aparentemente perfeita em família e suas convicções mudam com a chegada do enteado adolescente Gustav (Gustav Lindh). De acordo com a diretora May el-Toukhy, “o filme explora o quão longe nós estamos dispostos a ir, uma vez que as escolhas são feitas, para proteger nós mesmos e manter o status quo na nossa existência”.

Estreia na direção de longa-metragem de Ricardo Mehedff, o drama “Foro Íntimo” acompanha um importante juiz criminal durante 24 horas. Mesmo sem ter cometido nenhum crime, ele se vê preso devido ao seu trabalho de risco, sendo constantemente ameaçado de morte. Para se proteger, ele vive sob um forte esquema de segurança e trancafiado no gabinete aonde trabalha, no Fórum de Justiça, longe de seus familiares. Já o documentário “Meu Nome é Daniel”, contado em primeira pessoa, traz o diretor Daniel Gonçalves buscando respostas para a sua deficiência que nenhum médico foi capaz de diagnosticar desde que nasceu.

Vale ressaltar que obras excepcionais e provocadoras como “Coringa”, de Todd Phillips, e “Bacurau”, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, continuam sendo exibidos em Goiânia. Também estão em cartaz: o thriller de ação com Will Smith “Projeto Gemini”, as animações “Angry Birds 2” e “Abominável”, e os nacionais “Ela Disse, Ele Disse”, “Morto Não Fala”, “Divaldo – O Mensageiro da Paz”, “A Noite Amarela”, “Amor Assombrado” e “Eu Sinto Muito”. Antes de sair de casa, confira a programação das salas, a classificação indicativa, os horários das sessões e as datas de exibição. Faça sua escolha e tenha uma boa diversão!

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