Ato nas ruas

Foto: Leo Otero / Cobertura Colaborativa

Além da primeira realização da Marcha das Mulheres Indígenas em Brasília, o dia também é marcado pela Marcha das Margaridas

Mais de 3 mil mulheres indígenas estão nas ruas, em Brasília, reunindo mais de 100 povos de todo país para debater empoderamento e a saúde da mulher indígena nas aldeias e na luta. As manifestações estão ocorrendo desde o dia 9 de agosto.

Nesta manhã de terça-feira, ocorre também uma sessão solene no plenário da Câmara dos Deputados, em Homenagem à Marcha das Margaridas. A Marcha das Margaridas, acontece nos dias 13 e 14 de agosto, em Brasília, é a maior ação conjunta de mulheres trabalhadoras da América Latina. A mobilização foi realizada pela primeira vez no ano 2000 e homenageia a sindicalista Margarida Maria Alves.

Margarida foi assassinada em 12 de agosto de 1983, aos 50 anos, em sua casa, na frente do único filho e do marido. Sindicalista paraibana, sua história ficou marcada pela luta contra a ausência de direitos trabalhistas, longas jornadas nos canaviais, baixa remuneração, trabalho infantil na década de 1980.

 A cada dois anos, a ação é coordenada pela Confederação Nacional de Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag), suas 27 federações estaduais e mais de quatro mil sindicatos filiados, além de contarem com parceria de movimentos feministas, centrais sindicais e organizações internacionais.

Ambas as marchas, Marcha das Mulheres Indígenas e a Marcha das Margaridas se encontram no final do dia, nas ruas em Brasília.

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