Flamengo fecha 3 acordos após 6 meses do incêndio no CT

As negociações estão sendo feitas individualmente, com valores diferentes e familiares reclamam falta de amparo do Flamengo

Mesmo após seis meses do incêndio no alojamento do Ninho do Urubu, que matou 10 jovens que dormiam em um alojamento provisório, o Flamengo fechou apenas três acordos para indenizações, e outras oito negociações ainda esperam um desfecho.

As famílias de Athila Paixão e a de Gedson Santos, o Gedinho, assim como o pai de Rykelmo estão entre os casos finalizados.  Com a mãe de Rykelmo e os familiares de Arthur Vinícius, Bernardo Pisetta, Christian Esmério, Jorge Eduardo, Pablo Henrique, Samuel Thomas e Vitor Isaías não houve um denominador comum em relação a valores.

As defesas são feitas de maneira independente umas das outras. Em contato com o UOL Esporte, os respectivos responsáveis pelo amparo jurídico às famílias, novamente, fizeram críticas ao Rubro-Negro, alegando que não houve procura por parte do clube para que as questões pendentes pudessem ser finalizadas.

Alguns advogados aguardam a finalização do inquérito policial para que os próximos passos possam ser analisados. No caso da mãe de Rykelmo, a família optou por uma ação judicial contra o presidente Rodolfo Landim e também Rogério Caboclo, presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

O UOL Esporte conversou também com Rodrigo Dunshee, vice-presidente geral e jurídico rubro-negro, que justificou o fato de ainda não ter tido acordo com boa parte das famílias. Segundo o dirigente, os tratos foram em valores maiores que os pagos no Brasil em casos indenizatórios. Ele acrescentou também que o Flamengo tem como base para eventuais negociações o valor já pago àqueles que concordaram com o que foi proposto.

*Com informações do site UOL

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