Primeiro, Vanderlan ignora corte nas bolsas de pesquisa

Senador Vanderlan Cardoso também é presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) do Senado. (Foto: Reprodução)

Depois, senador e presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia diz que Reforma da Previdência pode reverter cortes na Educação

O setor de pesquisa será o mais afetado com o bloqueio de 30% da verba das universidades e institutos federais anunciadas pelo Ministério da Educação (MEC), em 30 de abril. Na última quarta-feira (8), o governo Jair Bolsonaro (PSL) congelou 4.798 bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado doutorado oferecidas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

O presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) do Senado, senador Vanderlan Cardoso (PP), só veio se manifestar sobre os cortes na última sexta-feira (10), após o NewsGO procurá-lo para saber se a CCT iria se posicionar sobre a medida. Em seu perfil no Twitter, Vanderlan comentou sobre a Alemanha anunciar que pretende investir até 2030, cerca de € 160 bilhões em Universidades e centros de pesquisas.

Em Goiás, 42 bolsas do Mestrado e 16 no Doutorado da Universidade Federal De Goiás (UFG) foram atingidas pelo congelamento, assim como as novas bolsas de pesquisas previstas para novas pesquisas em 2019. O corte das bolsas de Mestrado e Doutorado na UFG foi de R$ 63 mil e R$ 35,2, respectivamente. O valor pago pela bolsa de Mestrado é de R$ 1,5 mil e R$ 2,2 mil para Doutorado. De acordo com Reitoria, a instituição tem 766 bolsas de Mestrado e 530 bolsas.

Por meio de sua assessoria, o senador garantiu que “está ouvindo os dirigentes da Universidade Federal de Goiás (UFG) e dos Institutos Federais: IFG e IF Goiano para analisar o impacto do contingenciamento de 30% do orçamento dessas instituições visando propor ao MEC uma revisão da decisão”.

Vanderlan acredita que a aprovação da Reforma da Previdência que tramita no Congresso Nacional possibilitará a retomada do crescimento econômico. “Estou trabalhando pela aprovação da Reforma da Previdência que vai aliviar os gastos públicos do governo e projetar o Brasil para o crescimento”, apontou o senador ao reforçar que com “as contas públicas ajustadas, o governo federal terá condições de anunciar o descontingenciamento do orçamento não só do MEC, mas dos outros ministérios que foram atingidos pela medida”, reiterou Vanderlan.

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