Motoristas e flanelinhas atrapalham trânsito na Avenida Olinda, em Goiânia

(Foto: Bruno Magela)

Trânsito está cada vez mais ‘caótico’ e o número de acidentes têm aumentado na região. A SMT diz que irá reforçar a fiscalização

Comerciantes estão cada vez mais preocupados com os frequentes acidentes que ocorrem na Avenida Olinda, no Parque Lozandes, em Goiânia. A região é bastante movimentada por conta dos prédios do Ministério Público Federal em Goiás e do Fórum Cível do Tribunal de Justiça, instalados no local.

Os órgãos oferecem estacionamento para os servidores, porém, as vagas não são suficientes. O TJGO esclarece que são ofertadas mais de 800 vagas no estacionamento do Fórum Cível, para os Magistrados, servidores e advogados. Já o MPF-GO afirma que dispõe de estacionamento para o público externo em número de vagas suficiente para atender a sua demanda.

De acordo com o comerciante Bruno Magela, flanelinhas têm tomado conta das calças e canteiros centrais na avenida, transformando em vagas de estacionamento, o que é proibido. Alguns motoristas ainda arriscam estacionar em uma das vias públicas abertas à circulação de veículos, com isso, o trânsito na região está cada vez mais “caótico” e o número de acidentes têm aumentado.

“Com a bagunça no trânsito daqui, presenciamos diariamente pessoas sendo atropeladas, colisões, sem contar nos arrombamentos de carros”, contou Bruno. Segundo ele, a Secretaria Municipal de Trânsito, Transporte e Mobilidade (SMT) já foi acionada para que melhorasse a sinalização, mas nada foi feito.

Em nota, a SMT informou que irá enviar uma equipe técnica, para “verificar a necessidade de reforço na sinalização”. Sobre os motoristas estacionarem em local proibido, a Secretaria garantiu que “enviará uma equipe de agentes de trânsitos para fiscalizar a região”.

Atuação de flanelinhas

De acordo com os comerciantes, os flanelinhas têm atuado de forma irregular e sempre que a patrulha da Polícia Militar está na região, eles retiram os coletes que usam para se identificar e se escondem.

“As calçadas estão danificadas, porque vivem com carros estacionado, com isso pessoas com deficiência não conseguem passar, sem contar que atrapalha muito a visibilidade dos comércios”, contou o comerciante Bruno Magela.

A reportagem entrou em contato com a Polícia Militar, mas até a publicação da matéria não houve uma resposta sobre o patrulhamento no local.

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