Gracinha Caiado e Michelle Bolsonaro: Primeiras Damas atuantes.

O ano está acabando e os novos mandatos políticos estão prestes a começar. E nos bastidores de muita campanha política e de projetos desenvolvidos para o governo, estão as primeiras damas. Como é o caso da baiana Gracinha Caiado, esposa do futuro governador de Goiás e ex-senador do estado, Ronaldo Caiado. A opinião de Gracinha, como é carinhosamente chamada, sempre foi de muito peso durante todo o processo eleitoral do marido. Eles que são casados há 28 anos e têm 4 filhos, sempre demonstram muito companheirismo.

E apesar de que durante a campanha para governador, Caiado ter tido marqueteiros, foi Gracinha quem ficou conhecida por ser “O principal marqueteiro” de Ronaldo.

Inclusive, foi ela quem teve a ideia de inserir o “Plano Mulher” como uma das propostas para o novo governo. O projeto visa dar melhorias para as mulheres no âmbito da saúde, segurança, empregabilidade e educação. Além disso, durante o evento de apresentação do “Plano Mulher”, em setembro deste ano, foram discutidas importantes pautas a respeito da importância feminina na política e como as mulheres terão voz durante o mandato de Caiado.

A inclusão da mulher no meio político tem ganhado muita visibilidade nos últimos tempos. E outra primeira dama que não fica de fora disso, é Michelle Bolsonaro. Ela conheceu o atual marido e futuro presidente da República, Jair Bolsonaro, na câmara dos Deputados, enquanto era secretária parlamentar. E logo depois disso, foi nomeada como secretária parlamentar do gabinete de Jair, a convite dele.

Apesar de ter sido exonerada, em 2008, devido a decisão do STF de proibir o nepotismo, ela continuou trabalhando com o marido, porém, nos bastidores. Inclusive, é como “A mulher dos bastidores” que ela é conhecida, atualmente. No entanto, o foco dela, por agora, é em atividades filantrópicas voltadas a pessoas deficientes, em especial, os surdos. O principal projeto dessa natureza em que ela faz parte, é o do Ministério dos surdos e mudos da Igreja Batista Atitude, da Barra da Tijuca – RJ, em que ela faz parte.

O que mais a motivou participar desse tipo de projeto, é o fato de ter um tio surdo. Em entrevista ao G1, ela diz que aprendeu libras sozinha e ela conta ainda, que pretende fazer parte de todos os programas sociais possíveis.

A principal diferença entre Michelle e Gracinha é que a primeira prefere ser mais discreta, e a outra mais publicamente participativa em relação à política. Mas a principal semelhança que as unem é o fato de que são símbolos de força, sensibilidade e responsabilidade. Apesar de não possuírem cargos oficiais, mulheres como elas representam uma nova geração feminina que veio para dar mais visibilidade, credibilidade e espaço às mulheres, inclusive em esferas políticas. Afinal, há não muitos, era comum que mulheres não tivessem voz para expor suas opiniões sobre acontecimentos, ou sobre a conjuntura política do país.

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