MPF recomenda ações preventivas contra incêndios em Museus de Goiás

Museu de Arte Sacra da Boa Morte e antiga. (Foto: reprodução)

Seis recomendações de prevenção de incêndio e situações de pânico foram expedidas pelo MPF para museus de todo o país

A ação coordenada tem o intuito de evitar ocorrências como o incêndio no Museu Nacional, no Rio de Janeiro, que causou a perda de grande parte do acervo. As recomendações foram enviadas aos Museus de Arte Sacra da Boa Morte (GO), Nacional de Belas Artes (RJ), da Inconfidência (MG), das Bandeiras (GO), Imperial (RJ) e das Missões (RS).

Nos documentos, o MPF pede a elaboração dos planos de prevenção e combate a incêndio e pânico e de gerenciamento de riscos. Além disso, recomenda que os projetos sejam aprovados pelos Bombeiros e pelo Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (Iphan).

Os prazos para elaboração dos projetos vão de 90 a 180 dias, e a implementação deve acontecer em, no máximo, um ano. Ao todo, 19 museus estão sendo acompanhados por meio de procedimentos instaurados no âmbito da ação coordenada “Manutenção de Prédios Históricos em Risco”, segundo balanço divulgado nesta segunda-feira (22).

A ação foi deflagrada nacionalmente pela Câmara de Meio Ambiente e Patrimônio Histórico do MPF (4CCR) logo após o incêndio do Museu Nacional no Rio. São alvos da primeira fase da ação os 30 museus federais situados em prédios históricos tombados, todos eles administrados pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).

Somente cinco museus executaram o projeto de prevenção a incêndio e pânico três deles localizados no estado de Goiás. As unidades goianas, no entanto, ainda aguardam vistoria dos Bombeiros, pois as obras foram feitas pelo Iphan-GO, mas ainda não aprovadas. Duas delas o Museu das Bandeiras e o Museu de Arte Sacra da Boa Morte receberam recomendações do MPF para submeter as reformas ao crivo do Corpo de Bombeiros.

Com informação da Secretaria de Comunicação Social do MPF.

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