O garoto Caio de 12 anos e a revelação goiana no Pan Americano de Karatê

Caio Junqueira é um dos três atletas que ira representar o Brasil , no Pan Americano, no Peru. (Foto: Divulgação)

O evento que será realizado em Lima no Peru nos dias 8 e 9 de setembro, que vale vaga para a copa do mundo de Karatê em 2020 no Japão

Caio Junqueira, de 12 anos, participará pela primeira vez da disputa. Ele é um dos mais jovens atletas da Seleção Brasileira e único representante do País nas categorias infantis modalidade kata e kumite, modalidades de artes marciais que fazem parte da base do moderno karatê.

O garoto é um dos três atletas goianos, que irá para o Pan Americano. Carlos Rodrigo Marquez, irá disputar na categoria adulto modalidade kumite e Rondon Caiado Filho, que irá participar lutando na categoria juvenil modalidade kata e kumite. Os três fazem parte do corpo de atletas treinados pelo sensei Mário Kanashiro.

A competição em Lima será uma seletiva para o Mundial de Karatê que será realizado em 2020, no Japão. “Esta é a chance que o Caio tem de dar mais um passo em busca da vaga no mundial. Estamos muito confiantes no potencial dele e torcemos para que ele realize o sonho de ser campeão mundial. Mesmo tão jovem Caio é bem centrado e empenhado em tudo aquilo que deseja”, conta a mãe do garoto Marcela Rassi.

Apesar da pouca idade, Caio já acumula um extenso currículo de disputas e conquistas nas artes marciais. Ele é penta-campeão brasileiro de karatê (nos anos de 2014, 2015, 2016, 2017 e 2018), bicampeão sul-americano (2014 e 2015) e ficou entre os cinco melhores no mundial de equipes realizado em 2016 em Dublin, na Irlanda. No fim de 2017, o garoto ficou entre os oito melhores classificados no mundial da Associação Japonesa de Karate (JKA) realizado na Irlanda. Em abril deste ano, Caio ficou com o quinto lugar no Sul-Americano, realizado em Guayaquil, no Equador.

O pai do garoto, o empresário Frederico Junqueira, é um grande incentivador da vida esportiva do filho, mas esclarece que mesmo encarando uma maratona de treinos, os estudos não podem ficar de lado. “É uma rotina que nunca foi imposta a ele. Na verdade, foi uma escolha natural dele. Mas percebo que tudo que o Caio faz é sempre com muita alegria e espontaneidade, tal como toda criança”, conta Frederico.

Com informações do estagiário Kentenich Silva, orientado pela jornalista Dhayane Marques.

 

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