Sport marca nos acréscimos e escapa da derrota diante da Chapecoense na Ilha do Retiro

O primeiro tempo esteve longe de ser emocionante. Isto porque a Chapecoense tinha uma proposta clara de jogar no contra-ataque. O Sport tinha mais posse, mas não conseguia ter uma transição boa e chegar com perigo. O jogo era equilibrado, mas fraco em chances de gol, até que uma jogada individual de Yann Rolim quebrou a marcação rubro-negra. Ele avançou em velocidade pelo lado esquerdo, o ponto forte dos visitantes, deixou Deivid para trás e rolou para Wellington Paulista abrir o placar. O Leão não tinha forças para furar uma Chape bem postada e investiu nas bolas paradas. Fellipe Bastos e Cláudio Winck tiveram boas chances pelo alto, mas cabecearam errado.

No segundo tempo em um chute de fora da área, com Gabriel, que o Leão assustou. Depois o time começou a errar muitos passes e a Chapecoense tentava jogar nos erros do adversário. Bem postada, a Chape não sofreu muitos sustos. Muito pelo contrário. Foi se soltando na partida e teve ótimas chances de até ampliar o placar, com Canteros, Wellington Paulistas e Thyere – os dois últimos pararam em Magrão. O Sport ficou desesperado e tentava atacar com afobação, o que não contribuía na busca pela vitória. De tanto insistir, conseguiu o gol. Carlos Henrique aproveitou um bom cruzamento e, no apagar das luzes, empatou o jogo.

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